Apresenta um porte físico imponente com um bico longo e uma bolsa gular altamente elástica, ostentando uma envergadura de asas que atinge entre 2,0 e 2,3 metros. A plumagem dos indivíduos adultos é predominantemente cinza-escura e marrom, com uma cabeça esbranquiçada coroada de amarelo e um pescoço que se torna marrom-escuro ou castanho durante o período reprodutivo. O peso desta ave varia de 2,7 a 5,5 quilogramas, e as suas patas curtas e membranas interdigitais são de coloração cinza-escura, revelando um ligeiro dimorfismo sexual no qual os machos de Pelecanus occidentalis apresentam dimensões sutilmente maiores.
Apresenta um porte físico imponente com um bico longo e uma bolsa gular altamente elástica, ostentando uma envergadura de asas que atinge entre 2,0 e 2,3 metros. A plumagem dos indivíduos adultos é predominantemente cinza-escura e marrom, com uma cabeça esbranquiçada coroada de amarelo e um pescoço que se torna marrom-escuro ou castanho durante o período reprodutivo. O peso desta ave varia de 2,7 a 5,5 quilogramas, e as suas patas curtas e membranas interdigitais são de coloração cinza-escura, revelando um ligeiro dimorfismo sexual no qual os machos de Pelecanus occidentalis apresentam dimensões sutilmente maiores.
Distribuição geográfica: Ocorre amplamente ao longo das costas das Américas, estendendo-se desde o estado de Washington e Nova York nos Estados Unidos, passando por todo o Golfo do México e o Mar do Caribe, até o norte do Peru no Oceano Pacífico e o litoral norte do Brasil no Oceano Atlântico. Também é uma espécie residente de destaque nas Ilhas Galápagos e nas Antilhas.
Ambiente: Habita estritamente zonas marinhas e estuarinas costeiras. É comumente avistado em águas rasas, baías protegidas, praias de areia, manguezais e lagunas salobras. Evita o mar aberto profundo e corpos de água doce continentais, utilizando rotineiramente falésias, bancos de areia e infraestruturas artificiais, como pontes e píeres, para repousar e secar suas penas.
Alimentação: Alimenta-se quase exclusivamente de peixes que vivem em cardumes próximos à superfície da água, destacando-se as sardinhas, manjubas e arenques. Utiliza uma técnica de caça aérea extremamente plástica e singular, realizando voos de patrulha para localizar as presas e, em seguida, executando mergulhos em queda livre de alturas que podem atingir 20 metros, abrindo a mandíbula inferior ao colidir com a água para capturar o alimento junto a um grande volume de líquido, o qual é drenado antes de engolir a presa.
Comportamento: Exibe hábitos marcadamente gregários, sendo frequentemente observado voando em fileiras organizadas ou em formações em V, deslizando rente às ondas para aproveitar a sustentação do vento. É ativo principalmente durante as horas do dia, reunindo-se em bandos numerosos para descansar. Trata-se de uma espécie silenciosa no oceano, mas que vocaliza através de sons guturais curtos quando está no interior de suas colônias.
Nidificação: Realiza o processo reprodutivo em colônias populosas estabelecidas em ilhas costeiras isoladas ou em áreas densas de manguezal, longe do alcance de predadores terrestres. Os ninhos são construídos ou no solo, como depressões simples forradas com folhas e gravetos, ou como plataformas estruturadas nos galhos dos mangues. A postura é composta por 2 a 3 ovos brancos e rugosos. Ambos os pais revezam-se na incubação, que dura cerca de 35 dias, aquecendo a ninhada de maneira incomum ao apoiar as membranas das patas sobre os ovos.
Categoria de conservação: Enquadra-se atualmente como Pouco Preocupante (LC) na Lista Vermelha da IUCN. A espécie enfrentou um declínio populacional dramático durante as décadas de 1950 e 1960 devido ao uso extensivo de inseticidas organoclorados, especialmente o DDT, que enfraquecia as cascas dos ovos. No entanto, após a proibição global desses defensivos químicos agrícolas, a população demonstrou uma recuperação espetacular e hoje se encontra amplamente estabilizada.
Compilação e publicação: EcoRegistros – 11/08/2026