Outros Nomes Comuns: Surucuá de peito azul (Brasil)
Subespécies:
Trogon Surrucua surrucura (Vieillot, 1817), Distribui-se pelo Noroeste da Argentina, Brasil e Paraguai (possui o ventre vermelho e o anel ocular de cor laranja).
Trogon Surrucua aurantius, Somente no Brasil, tem o ventre e o anel ocular de cor amarela a laranja (também chamado Surucuá Variado devido às diferenças no plumagem com a espécie nominal).
Descrição: Ave de tamanho médio (24 cm). Capô e peito azul brilhante, bochechas e garganta um pouco mais escuros, bico branco marfim e uma notável área periocular amarela/laranja. O dorso tem várias tonalidades de verde, que vão de um verde escuro a um verde brilhante, as penas da cauda são verde-azuladas e ventralmente brancas (sem barrado).
Dimorfismo Sexual: Marcado, a fêmea se distingue do macho por ter as penas da cauda mais escuras (muito notável quando vista de frente) e por ter as cores mais apagadas e menos definidas, além de possuir a área periocular mais esbranquiçada.
Ambiente: Florestas úmidas, selvas, capueras.
Comportamento: Passivo, tranquilo, pousa em galhos expostos, onde as patas ficam quase invisíveis devido à posição em que pousa.
Nidificação: Nidifica em cavidades abandonadas nas árvores (aproveita os ninhos de pica-paus), às vezes faz o ninho escavando termitórios. Nessas cavidades, a fêmea geralmente deposita dois ovos. Uma curiosidade da espécie é que os filhotes estão constantemente vocalizando.
Alimentação: Insetívoro, caça suas presas no voo, decolando e retornando ao mesmo poleiro (Flycatch).
Autor desta descrição: Diego Oscar