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Tityus bahiensis

Tityus bahiensis

(Perty, 1830)

Família: Buthidae
Ordem: Scorpiones
Classe: Arachnida
Filo / Divisão: Arthropoda
Reino: Animalia

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Descrição


O Tityus bahiensis, também conhecido como escorpião-preto, é uma espécie de escorpião do Leste e Centro do Brasil. Mede 6 cm de comprimento, tem coloração muito escura e patas castanhas. A espécie é responsável, no Brasil, pelo maior número de casos de acidentes escorpiônicos em áreas rurais.

Esse escorpião também é conhecido como escorpião-preto. Em seus pedipalpos, encontra-se uma mancha preta em meio à cor alaranjada de seus membros, no último segmento do pedipalpo, antes da quela. Essa característica, juntamente com sua cor alaranjada e ausência de serras na cauda, são as principais formas de sua identificação.

Tamanho: O Tityus bahiensis, assim como a maioria dos escorpiões do género Tityus, varia entre 5 a 7 centímetros. Ao contrário da maioria dos aracnídeos, nessa espécie de escorpião os indivíduos machos são geralmente maiores.

Alimentação: O Tityus bahiensis costuma se alimentar de baratas, grilos, tenébrios, aranhas e até larvas de insetos.

Comportamento: Em geral não são tão agressivos, mas uma agressividade notável existe em fêmeas grávidas e principalmente quando carregam os filhotes nas costas. Quando perturbada, ela movimenta a cauda sobre o corpo, balançando-a num gesto de alerta para predadores. Quando machos são perturbados, costumam fugir de início, mas se a perturbação persistir, não hesitam em picar.

Veneno: O veneno é neurotóxico, ou seja, age sobre o sistema nervoso. O tratamento da picada é sintomático e pode ser feito utilizando-se soro antiescorpiônico. Seu veneno é menos potente do que o do escorpião-amarelo (Tityus serrulatus).

Habitat: Eles possuem hábitos noturnos, saindo para caçar presas ou acasalar à noite. De dia se escondem sob madeiras e pedras, ao abrigo da luz, da qual não gostam. Essa espécie de escorpião prefere ambientes úmidos, como a Mata Atlântica e em matas ciliares da região do cerrado.

Tempo de vida: Em fêmeas e machos o tempo é igual, variando de 3 a quatro anos.

Fonte: Wikipedia, artigo Tityus bahiensis. Conteúdo adaptado da Wikipedia, disponível sob a licença CC BY-SA 4.0. Acessado em 17/07/2026.





Distribuição geográfica


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Fotografias da espécie

Quantidade: 4

Foto
ID de Fotografia: 581329
  Adulto

Encarnación
Itapúa
Paraguai
28/03/2024
Roberto Fermín Derna
Foto
ID de Fotografia: 567345
  Adulto

Campo Ramón
Misiones
Argentina
15/02/2015
Luis Cesar Tejo
Foto
ID de Fotografia: 530951
  Adulto

Oberá
Misiones
Argentina
29/03/2023
Pablo Dolsan
Foto
ID de Fotografia: 462602
  Adulto

Nova Ponte
Minas Gerais
Brasil
30/01/2021
Glauco Oliveira


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Registros da espécie

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ID RegistroDataHora exataPaísProvincia / DepartamentoLugarFilmadoFotografadoVocalização gravadaObservadoOidaFerido ou mortoIndivíduos quantidadeUsuário ou BibliografiaDetalhe
202501328/03/2024ParaguaiItapúaEncarnaciónRoberto Fermín Derna
174343229/03/2023ArgentinaMisionesOberáPablo Dolsan
146395930/01/2021BrasilMinas GeraisNova PonteGlauco Oliveira
195852915/02/2015ArgentinaMisionesChacra Mariposa, Campo RamónLuis Cesar Tejo
141328610/11/2013ArgentinaMisionesRefugio Privado de Vida Silvestre YacutingaNicolas Olejnik
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Citação recomendada
Utilize a referência abaixo para citar esta ficha da espécie.
EcoRegistros. 2026. Tityus bahiensis – Ficha da espécie. Acessado em www.ecoregistros.org em 14/09/2026.