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Siproeta epaphus

Siproeta epaphus

Epafos Puntas Oxidadas
Rusty-tipped Page

Família: Nymphalidae
Ordem: Lepidoptera
Classe: Insecta
Filo / Divisão: Arthropoda
Reino: Animalia

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Registros de La Candelaria


Descrição


Siproeta epaphus é uma borboleta neotropical da família Nymphalidae e subfamília Nymphalinae, encontrada do México até a Argentina, com raros avistamentos nos estados do Texas e Novo México (EUA). Foi classificada por Pierre André Latreille, com a denominação de Vanessa epaphus, em 1813.

 Indivíduos desta espécie possuem as asas de contornos serrilhados, com cerca de 7.5 a 8.5 centímetros de envergadura, e são basicamente de coloração marrom, vistos por cima, com uma faixa branca que cruza as asas, de cima a baixo. Da borda desta faixa, em direção à margem externa das asas anteriores, sua coloração é de um vermelho-alaranjado, característico desta espécie. Por baixo, tal padrão em vermelho-alaranjado se torna mais discreto, predominando os tons de marrom. Na subespécie Siproeta epaphus trayja, a coloração da margem das asas, vistas por cima, é uniformemente marrom, sem apresentar áreas avermelhadas. Não apresentam dimorfismo sexual.

Hábitos: Segundo Adrian Hoskins, esta espécie pode ser encontrada em floresta primária, ao longo das margens dos rios e em clareiras; mas também ocorrendo em habitats de floresta secundária, em pastagens e beiras de trilhas e estradas; em altitudes entre 400 e 1.800 metros, sendo mais escassa em áreas de planície. É ativa nas horas quentes da manhã, se alimentando de substâncias retiradas de frutos fermentados e de flores como Croton, Lantana e Impatiens, ou se alimentando de umidade mineralizada do solo, de carniça e de esterco.

Ovo, lagarta, crisálida e planta-alimento: As lagartas de Siproeta epaphus, nascidas de ovos isolados de coloração verde-escura, se alimentam de plantas da família Acanthaceae pertencentes aos gêneros Blechum, Ruellia, Justicia e Hygrophila. São basicamente de um negro lustroso, com projeções espinescentes amareladas em sua superfície. Também apresentam um outro par de projeções, como chifres, em sua cabeça. Sua crisálida possui coloração verde-clara, com alguns espinhos amarelados, característicos.

Subespécies: S. epaphus possui três subespécies:
  • Siproeta epaphus epaphus - Descrita por Latreille em 1813, de provável exemplar proveniente do Peru.
  • Siproeta epaphus gadoui - Descrita por Masters em 1967, de exemplar proveniente da Venezuela.
  • Siproeta epaphus trayja - Descrita por Hübner em 1823, de exemplar proveniente do Brasil (Siproeta trayja).

Fonte: Wikipedia, artigo Siproeta epaphus. Conteúdo adaptado da Wikipedia, disponível sob a licença CC BY-SA 4.0. Acessado em 15/07/2026.





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201192818/03/2024ArgentinaSaltaLa CandelariaViviana Fuentes
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Citação recomendada
Utilize a referência abaixo para citar esta ficha da espécie.
EcoRegistros. 2026. Siproeta epaphus – Ficha da espécie. Acessado em www.ecoregistros.org em 19/09/2026.