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Biguá

Nannopterum brasilianum
(Gmelin, JF, 1789)
Biguá
Neotropic Cormorant

Família: Phalacrocoracidae
Ordem: Suliformes
Classe: Aves
Filo / Divisão: Chordata
Reino: Animalia

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Estado de conservação de acordo BirdLife International: Preocupação menor

Sinônimos: Phalacrocorax brasilianus, Nannopterum brasilianus, Procellaria brasiliana.

Subespécies:


Descrição: É um biguá de porte médio e corpo esguio, com plumagem predominantemente preta a pardo-escura, exibindo reflexos amarronzados conforme a luz. Possui pescoço longo e flexível, além de bico estreito e levemente curvado na ponta, adequado para capturar presas aquáticas. A pele nua na base do bico apresenta tons amarelados a alaranjados, contrastando com o corpo escuro. Costuma adotar a postura clássica de asas abertas para secar as penas, que não são totalmente impermeáveis. Os juvenis têm coloração mais parda e menos contrastada.

Distribuição geográfica: Ocorre amplamente pelas Américas, desde o sul dos Estados Unidos até a Argentina e o Chile, incluindo Caribe, América Central e grande parte da América do Sul. Utiliza ambientes costeiros e interiores, evidenciando grande plasticidade ecológica.

Ambiente: Vive em ambientes aquáticos de água doce e salgada, como rios, lagos, lagoas, estuários, baías e áreas costeiras. Utiliza troncos, pedras, píeres e estruturas artificiais para repouso, secagem e observação. Prefere locais com alta disponibilidade de peixes e pontos de descanso acessíveis.

Alimentação: Sua dieta é principalmente piscívora, baseada em peixes capturados por meio de mergulhos ativos. Pode complementar a alimentação com crustáceos e pequenos invertebrados. Realiza mergulhos profundos, impulsionando-se com os pés e movendo-se com agilidade debaixo d’água.

Comportamento: Trata-se de uma espécie gregária, especialmente fora do período reprodutivo, formando grandes dormitórios coletivos em árvores, ilhas ou estruturas costeiras. Alterna pescarias com longos períodos de descanso e secagem das asas. Seu voo é direto e rápido, com batimentos constantes. Vocaliza mais intensamente nas colônias.

Nidificação: Nidifica em colônias, utilizando árvores, vegetação densa, ilhotas ou margens de corpos d’água. Constrói um ninho em forma de plataforma feito de galhos e material vegetal úmido. A postura geralmente contém 3 a 5 ovos, com ambos os adultos participando da incubação e cuidados dos filhotes.

Categoria de conservação: Classificada como Pouco Preocupante (LC) em escala global, sustentada por ampla distribuição e populações estáveis. Sua boa adaptação a ambientes modificados favorece sua permanência em diversas regiões.


Autor desta compilação: EcoRegistros – 08/12/2025




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ID RegistroDataHora exataPaísProvincia / DepartamentoLugarFilmadoFotografadoVocalização gravadaObservadoOidaFerido ou mortoIndivíduos quantidadeUsuário ou BibliografiaDetalhe
47579310/09/2016ArgentinaEntre RíosCeibasLaura Dodyk
47375014/08/2016ArgentinaMisionesParque Nacional IguazúLaura Dodyk
36597215/11/2015ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresReserva Ecológica Costanera Sur (RECS)Laura Dodyk
33772930/09/2015ArgentinaEntre RíosCeibasLaura Dodyk
33533527/09/2015ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresReserva Ecológica Costanera Sur (RECS)Laura Dodyk
31744316/08/2015ArgentinaEntre RíosGualeguaychúLaura Dodyk
28326309/05/2015ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresLago de RegatasLaura Dodyk
27713401/04/2015VenezuelaBolívarParque Nacional CanaimaLaura Dodyk
23158017/01/2015ArgentinaMisionesPasarela a Garganta del Diablo, Parque Nacional IguazúLaura Dodyk
22980008/01/2015ArgentinaMisionesParque Provincial Teyú CuaréLaura Dodyk
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Citação recomendada:

EcoRegistros. 2026. Biguá (Nannopterum brasilianum) - Folha de espécies. Acedido de https://www.ecoregistros.org em 21/04/2026.