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Nannopterum brasilianum

Biguá


Nannopterum brasilianum

(Gmelin, JF, 1789)
Biguá
Neotropic Cormorant

Família: Phalacrocoracidae
Ordem: Suliformes
Classe: Aves
Filo / Divisão: Chordata
Reino: Animalia

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Sinônimos: Phalacrocorax brasilianus, Nannopterum brasilianus, Procellaria brasiliana.

Subespécies:





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Registros de Parque 3 de Febrero

Estado de conservação de acordo BirdLife International: Preocupação menor


Descrição


É um biguá de porte médio e corpo esguio, com plumagem predominantemente preta a pardo-escura, exibindo reflexos amarronzados conforme a luz. Possui pescoço longo e flexível, além de bico estreito e levemente curvado na ponta, adequado para capturar presas aquáticas. A pele nua na base do bico apresenta tons amarelados a alaranjados, contrastando com o corpo escuro. Costuma adotar a postura clássica de asas abertas para secar as penas, que não são totalmente impermeáveis. Os juvenis têm coloração mais parda e menos contrastada.

Distribuição geográfica: Ocorre amplamente pelas Américas, desde o sul dos Estados Unidos até a Argentina e o Chile, incluindo Caribe, América Central e grande parte da América do Sul. Utiliza ambientes costeiros e interiores, evidenciando grande plasticidade ecológica.

Ambiente: Vive em ambientes aquáticos de água doce e salgada, como rios, lagos, lagoas, estuários, baías e áreas costeiras. Utiliza troncos, pedras, píeres e estruturas artificiais para repouso, secagem e observação. Prefere locais com alta disponibilidade de peixes e pontos de descanso acessíveis.

Alimentação: Sua dieta é principalmente piscívora, baseada em peixes capturados por meio de mergulhos ativos. Pode complementar a alimentação com crustáceos e pequenos invertebrados. Realiza mergulhos profundos, impulsionando-se com os pés e movendo-se com agilidade debaixo d’água.

Comportamento: Trata-se de uma espécie gregária, especialmente fora do período reprodutivo, formando grandes dormitórios coletivos em árvores, ilhas ou estruturas costeiras. Alterna pescarias com longos períodos de descanso e secagem das asas. Seu voo é direto e rápido, com batimentos constantes. Vocaliza mais intensamente nas colônias.

Nidificação: Nidifica em colônias, utilizando árvores, vegetação densa, ilhotas ou margens de corpos d’água. Constrói um ninho em forma de plataforma feito de galhos e material vegetal úmido. A postura geralmente contém 3 a 5 ovos, com ambos os adultos participando da incubação e cuidados dos filhotes.

Categoria de conservação: Classificada como Pouco Preocupante (LC) em escala global, sustentada por ampla distribuição e populações estáveis. Sua boa adaptação a ambientes modificados favorece sua permanência em diversas regiões.


Autor desta compilação: EcoRegistros – 08/12/2025





Distribuição geográfica


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Página 1
ID RegistroDataHora exataPaísProvincia / DepartamentoLugarFilmadoFotografadoVocalização gravadaObservadoOidaFerido ou mortoIndivíduos quantidadeUsuário ou BibliografiaDetalhe
249807610/07/2026ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresLago del Rosedal, Parque 3 de FebreroLucas Peluffo
248000125/05/2026ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresLago de Regatas, Parque 3 de FebreroAndrea Casaburi
248000025/05/2026ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresLago de Regatas, Parque 3 de FebreroAndrea Casaburi
247999925/05/2026ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresLago de Regatas, Parque 3 de FebreroAndrea Casaburi
246787706/05/2026ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresLago del Rosedal, Parque 3 de FebreroNicolas Olejnik
245988718/04/2026ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresParque 3 de FebreroMarcelo Javier Torres
245798110/04/2026ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresLago de Regatas, Parque 3 de FebreroAndrea Casaburi
234010824/07/2025ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresLago de Regatas, Parque 3 de FebreroAndrea Casaburi
228248102/05/2025ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresRosedal de Palermo, Parque 3 de Febrero1Pablo Richter
220379726/10/2024ArgentinaCiudad Autónoma de Buenos AiresRosedal de Palermo, Parque 3 de FebreroJorge Blackhall
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Citação recomendada
Utilize a referência abaixo para citar esta ficha da espécie.
EcoRegistros. 2026. Biguá (Nannopterum brasilianum) – Ficha da espécie. Acessado em www.ecoregistros.org em 01/10/2026.