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Lerodea eufala

Lerodea eufala

Medialuna Común

Família: Hesperiidae
Ordem: Lepidoptera
Classe: Insecta
Filo / Divisão: Arthropoda
Reino: Animalia

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Subespécies:





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Registros de Victoria


Descrição


Pertence a um grupo de lepidópteros de pequeno porte, caracterizando-se por uma envergadura alar de 25 a 32 milímetros. A coloração dorsal das asas é predominantemente marrom-acinzentada opaca ou parda, exibindo um aspecto bastante homogêneo. Nas asas anteriores, apresenta um padrão diagnóstico de três a cinco pequenas manchas hialinas (translúcidas) alinhadas obliquamente próximo ao ápice, além de alguns pontos menores na região discal. A face ventral das asas exibe um tom cinza-claro ou ocre, recoberto por uma fina granulação esbranquiçada que lhe confere uma aparência levemente pulverizada, sem marcas contrastantes evidentes. As antenas são curtas, finalizando com a típica clava apical curvada em gancho (apículo) que caracteriza esta família taxonômica.

Pertence a um grupo de lepidópteros de pequeno porte, caracterizando-se por uma envergadura alar de 25 a 32 milímetros. A coloração dorsal das asas é predominantemente marrom-acinzentada opaca ou parda, exibindo um aspecto bastante homogêneo. Nas asas anteriores, apresenta um padrão diagnóstico de três a cinco pequenas manchas hialinas (translúcidas) alinhadas obliquamente próximo ao ápice, além de alguns pontos menores na região discal. A face ventral das asas exibe um tom cinza-claro ou ocre, recoberto por uma fina granulação esbranquiçada que lhe confere uma aparência levemente pulverizada, sem marcas contrastantes evidentes. As antenas são curtas, finalizando com a típica clava apical curvada em gancho (apículo) que caracteriza esta família taxonômica.

Distribuição geográfica: Distribui-se amplamente pelo continente americano. Sua ocorrência estende-se desde o sul dos Estados Unidos (com registros de migração estival alcançando o norte do país e o sul do Canadá) e as ilhas do Caribe, passando por todo o México e América Central até atingir a América do Sul, onde é amplamente registrada em países como o Brasil, Paraguai, Uruguai e o norte da Argentina.

Ambiente: Ocorre em uma grande variedade de ambientes abertos, demonstrando notável preferência por áreas antropizadas e perturbadas. É comumente observada em jardins residenciais, parques públicos, margens de estradas, campos de cultivo (especialmente monoculturas de gramíneas), pastagens degradadas e terrenos baldios. Evita florestas densas e sombreadas, demandando habitats com alta incidência solar e vegetação herbácea rasteira abundante.

Alimentação: Na fase de lagarta, possui um hábito fitófago especialista em monocotiledôneas, alimentando-se de folhas de várias espécies da família Poaceae (gramíneas), tais como Cynodon dactylon (grama-bermuda), Sorghum halepense e Sorghum bicolor. Os adultos são nectarívoros e visitam ativamente flores de pequeno porte para obter energia, demonstrando preferência por táxons das famílias Asteraceae e Fabaceae, como o trevo-branco (Trifolium repens) e a alfalfa (Medicago sativa).

Comportamento: Apresenta um voo rápido, errático e rasteiro, mantendo-se sempre muito próxima ao solo entre as gramíneas. Os machos são territoriais e adotam uma estratégia de espera ativa (perching), pousando em folhas expostas ao sol para monitorar a área, de onde partem rapidamente para interceptar fêmeas ou afugentar outros machos. Nas horas de maior calor, costuma alimentar-se de néctar com as asas parcialmente abertas em uma postura de termorregulação típica de sua subfamília.

Reprodução: O ciclo reprodutivo inicia-se com cortejos aéreos de baixa altitude. Após a cópula, a fêmea deposita os ovos isoladamente na face inferior das folhas das plantas hospedeiras. Ao eclodirem, as lagartas de coloração verde-clara constroem abrigos tubulares dobrando e costurando as margens das folhas de gramíneas com fios de seda, saindo desses refúgios principalmente à noite para se alimentar. Ao final do desenvolvimento larval, ocorre a pupação dentro desse mesmo abrigo de folhas, originando uma crisálida de cor esverdeada ou parda com uma projeção cefálica pontiaguda. Em regiões tropicais e temperadas quentes, a espécie é multivoltina, apresentando múltiplas gerações sobrepostas ao longo do ano.

Categoria de conservação: Não foi formalmente avaliada em âmbito global pela IUCN, mas devido à sua vasta distribuição geográfica, alta plasticidade ecológica frente às perturbações humanas e abundância de suas plantas hospedeiras, é amplamente considerada como uma espécie de Pouco preocupante (LC), com populações estáveis e livres de ameaças imediatas.



Compilação e publicação: EcoRegistros – 12/08/2026




Distribuição geográfica


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ID de Fotografia: 634337
  Adulto

Victoria
Entre Ríos
Argentina
09/05/2025
Gaston Lisandro Gabinetti



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228737009/05/2025ArgentinaEntre RíosMirador de la Virgen de Fátima, VictoriaGaston Lisandro Gabinetti
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Citação recomendada
Utilize a referência abaixo para citar esta ficha da espécie.
EcoRegistros. 2026. Lerodea eufala – Ficha da espécie. Acessado em www.ecoregistros.org em 14/09/2026.