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Iphigenia brasiliensis

Iphigenia brasiliensis

(Lamarck, 1818)
Almeja Frijol

Família: Donacidae
Ordem: Cardiida
Classe: Bivalvia
Filo / Divisão: Mollusca
Reino: Animalia

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Descrição


Iphigenia brasiliensis (nomeada, em inglês, giant false donax ou giant coquina; em português, no Brasil, tarioba – do tupi tari´obra ou tari´owa = "concha em forma de folha", segundo o Dicionário Aurélio –; ou maçunim, nome também dado para outras espécies e de etimologia não especificada; por vezes chamada marisco lambão pelos caiçaras do sudeste, por seu comportamento ao usar o pé; até o século XXI errônea e cientificamente denominada Iphigenia brasiliana) é uma espécie de molusco Bivalvia, marinha e litorânea, da família Donacidae e gênero Iphigenia, classificada por Jean-Baptiste de Lamarck, com o nome Capsa brasiliensis, em 1818. Habita as costas do oeste do Atlântico, do sudoeste da Flórida, nos Estados Unidos, passando pelo golfo do México e mar do Caribe, incluindo Grandes Antilhas, leste da Colômbia, Venezuela e Suriname, até a região sul do Brasil e o Uruguai, enterrando-se na areia até os 20 centímetros, logo abaixo da zona entremarés, nas praias lodosas e rasas até os 4 ou 6 metros de profundidade e com influência de água doce ou em estuários, incluindo manguezais. Eurico Santos afirma que as "valvas se unem perfeitamente, por este motivo podem viver muito tempo fora d´água", e que a "tarioba encontra-se no mercado do Rio", sendo usada para a alimentação e intensamente explorada por populações humanas que vivam no entorno de regiões estuarinas. Também pode ser encontrada nos sambaquis brasileiros, entre o Espírito Santo e Santa Catarina; principalmente no "Sambaqui da Tarioba", em Rio das Ostras, Rio de Janeiro, onde é a mais abundante espécie em todas as camadas arqueoestratigráficas. Embora seja uma espécie comum, em 2018 a Iphigenia brasiliensis foi colocada no Livro Vermelho do ICMBio; considerada uma espécie deficiente de dados em 2012.

Descrição da concha: Iphigenia brasiliensis possui concha inflada, triangular e alongada, com umbos quase centralizados e até 7 centímetros de comprimento, quando bem desenvolvida. Suas valvas são creme ou brancas, com manchas quase centrais, espalhadas e próximas ao umbo, que vão do purpúreo ao castanho ou castanho-amarelado; possuindo superfície esculpida apenas com bem finas linhas de crescimento e revestida por um perióstraco castanho-escuro a castanho-amarelado, opaco, fosco e deiscente. Interior das valvas branco ou também manchado em tons de púrpura a violeta.

Fonte: Wikipedia, artigo Iphigenia brasiliensis. Conteúdo adaptado da Wikipedia, disponível sob a licença CC BY-SA 4.0. Acessado em 30/09/2026.





Distribuição geográfica


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Fotografias da espécie

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21/10/2025
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Foto
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  Adulto

Maragogi
Alagoas
Brasil
20/10/2025
Diego Alfonso Rosa


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253732621/10/2025BrasilAlagoasMaragogiDiego Alfonso Rosa
253732520/10/2025BrasilAlagoasMaragogiDiego Alfonso Rosa
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Citação recomendada
Utilize a referência abaixo para citar esta ficha da espécie.
EcoRegistros. 2026. Iphigenia brasiliensis – Ficha da espécie. Acessado em www.ecoregistros.org em 01/10/2026.