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Hypericum perforatum

Hypericum perforatum

L.
St John´s Wort

Família: Hypericaceae
Ordem: Malpighiales
Classe: Magnoliopsida
Filo / Divisão: Magnoliophyta
Reino: Plantae

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Descrição


Erva-de-são-joão pode se referir às plantas do gênero Hypericum, Artemisia ou Glechoma.

Nomes comuns: Além de «erva-de-são-joão», dá ainda pelos seguintes nomes comuns: milfurada e hipericão(que é uma designação comum, atribuída às plantas do género Hypericum).

Etimologia: Quer os nomes comuns «hipericão» e «milfurada», aludem, respectivamente, ao nome genérico (Hypericum) e ao epíteto específico (perforatum) desta espécie.
  • Hypericum deriva do étimo latino clássico hўpĕrīcŏn, reportando-se já às plantas do género em questão.
  • perforatum também provém do latim, tratando-se de uma declinação de perfŏro, significando «perfurado; furado».

O nome comum «erva-de-são-joão», alude à altura do ano em que esta planta floresce, coincidindo com o período do são joão.

A planta: É um pequeno arbusto, de porte erecto, atingindo cerca de 1 metro de altura. As folhas são opostas, sésseis, dotadas de glândulas translúcidas, que podem ser observadas colocando-se a folha contra a luz. As flores são numerosas, persistentes, de coloração amarela e possuem pequenos pontos pretos ao longo das margens das flores que contêm elevadas concentrações do pigmento vermelho hipericina.

História: Durante séculos a Hypericum perforatum foi muito utilizada, inicialmente pela sua capacidade de cicatrizar feridas, úlceras de pele e queimaduras. Considerada capaz de afastar maus espíritos, foi utilizada no tratamento de inúmeras doenças mentais. Actualmente a planta não é muito usada para estes propósitos, mas sim, largamente testada na actividade antidepressiva contra estados depressivos suaves a moderados, ansiedade, insónia, dores nevrálgicas e, ainda, actividades antiviral, antibacteriana e fotossensibilizadora.

Prescrição: Costuma ser prescrita em cápsulas de 100 mg a 300 mg, como um antidepressivo e/ou calmante natural.

Em alguns países da Europa, como na Alemanha, é mais prescrita contra a distimia e depressão clínica leve ou moderada do que a fluoxetina (antidepressivo químico mais usado mundialmente), em até dez vezes mais.

Pode ser encontrada para a venda em farmácias de manipulação, fábricas de fitoterápicos, ou em casas de produtos naturais, nesse último local sendo geralmente vendida em pó.

Pelos seus benefícios bastante comprovados e por não induzir dependência química medicamentosa, tem sido frequentemente indicada como medicamento de transição na descontinuação de fármacos como, por exemplo, clozapina, fluoxetina, olanzapina, entre outros. Também é medicamento de primeira escolha em muitos quadros clínicos. Seu uso, nessas circunstâncias, permite prevenir ou, quando necessário, curar a drogadição medicamentosa.

Interações e contraindicações: A utilização da erva de São João ou Hipericão produz reações adversas quando utilizado em simultâneo com inibidores da recaptação da serotonina (por exemplo paroxetina). Também é contraindicada a utilização simultânea com antirretrovirais, anticoncepcionais e a varfarina.

Também é contraindicada a sua utilização simultânea com antiepiléticos contendo Carbamazepina.

Alergias: O pólen da artemísia é uma das principais fontes de febre do feno e asma alérgica no norte da Europa, América do Norte e partes da Ásia. O pólen de artemísia geralmente viaja menos de 2.000 metros. A maior concentração de pólen de artemísia é geralmente encontrada entre 9 e 11 da manhã. A associação finlandesa de alergia recomenda rasgar como método de erradicar a artemísia. Sabe-se que rasgar a artemísia diminui o efeito da alergia, já que o pólen voa apenas uma curta distância. Corte as flores antes que desabrochem para evitar alérgenos e a reprodução da planta.

Toxicidade: A artemísia geralmente contém o composto de neurotoxina tujona, embora isso varie muito de acordo com a espécie e as condições ambientais em que a planta é cultivada. Acredita-se que a toxicidade para humanos seja fraca, embora alguns estudos tenham relacionado altas concentrações de tujona a convulsões e um efeito abortivo. O Manual de Segurança Botânica sugere que a artemísia não seja usada durante a gravidez, a menos que esteja sob a supervisão de um médico especialista. Em casos raros, pequenas reações alérgicas na pele foram registradas em relação à moxabustão ou à queima de artemísia seca.

Ver também: 
  • Fitoterapia

Fonte: Wikipedia, artigo Hypericum perforatum. Conteúdo adaptado da Wikipedia, disponível sob a licença CC BY-SA 4.0. Acessado em 17/07/2026.





Distribuição geográfica


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Fotografias da espécie

Quantidade: 5

Foto
ID de Fotografia: 693807
  Adulto

Parque Nacional Los Alerces
Chubut
Argentina
22/01/2018
Andrea Casaburi
Foto
ID de Fotografia: 672024
  Adulto

Parque Nacional Nahuel Huapi
Neuquén
Argentina
02/01/2026
Andrea Casaburi
Foto
ID de Fotografia: 524851
  Adulto

San Carlos de Bariloche
Río Negro
Argentina
14/01/2023
Sandra Herrera
Foto
ID de Fotografia: 518503
  Adulto

Parque Nacional Los Alerces
Chubut
Argentina
22/12/2020
Hernán Tolosa


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ID RegistroDataHora exataPaísProvincia / DepartamentoLugarFilmadoFotografadoVocalização gravadaObservadoOidaFerido ou mortoIndivíduos quantidadeUsuário ou BibliografiaDetalhe
242961502/01/2026ArgentinaNeuquénLago Espejo grande, Parque Nacional Nahuel HuapiAndrea Casaburi
220929405/12/2024ArgentinaChubutPlaya La Usina, Futaleufú1Gustavo Fernando Durán
172419014/01/2023ArgentinaRío NegroSan Carlos de BarilocheSandra Herrera
140751529/01/2021ArgentinaNeuquénJunin de los AndesNicolas Olejnik
168970922/12/2020ArgentinaChubutParque Nacional Los AlercesHernán Tolosa
249133422/01/2018ArgentinaChubutCamping Bahia Rosales, Parque Nacional Los AlercesAndrea Casaburi
174021121/01/2016ArgentinaRío NegroParque Nacional Nahuel Huapi Secc TronadorManuel Godoy
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Citação recomendada
Utilize a referência abaixo para citar esta ficha da espécie.
EcoRegistros. 2026. Hypericum perforatum – Ficha da espécie. Acessado em www.ecoregistros.org em 14/09/2026.