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Colibri thalassinus

Colibri thalassinus

(Swainson, WJ, 1827)
Colibrí Chico
Mexican Violetear

Família: Trochilidae
Ordem: Apodiformes
Classe: Aves
Filo / Divisão: Chordata
Reino: Animalia

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Sinônimos: Trochilus thalassinus.





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Registros de cerro punta

Estado de conservação de acordo BirdLife International: Preocupação menor


Descrição


Apresenta uma constituição física esbelta e hidrodinâmica, medindo em média de 11 a 12 centímetros de comprimento e pesando entre 5 e 6 gramas. A plumagem geral é predominantemente de um tom verde-esmeralda brilhante, exibindo um forte reflexo metálico quando exposta à luz solar direta. Uma marca conspícua de cor azul-violeta metálica localiza-se na região auricular, estendendo-se levemente pelas laterais do pescoço. O peito possui matizes verde-azulados, enquanto as penas da cauda são de um tom azul-esverdeado opaco com uma faixa subterminal escura. O bico é preto, fino, de comprimento moderado e ligeiramente curvado para baixo, o que constitui uma adaptação evolutiva perfeita para a sucção de néctar em flores tubulares.

Distribuição geográfica: Encontra-se distribuído ao longo das regiões montanhosas da Mesoamérica, estendendo-se desde o norte e centro do México, pelas vertentes da Sierra Madre Oriental e Sierra Madre Occidental, até as terras altas da Guatemala e de Honduras. Movimentos migratórios sazonais e dispersões erráticas têm levado a registros ocasionais mais ao norte, com avistamentos confirmados em diversos estados dos Estados Unidos, especialmente no Texas.

Ambiente: Habita principalmente áreas temperadas e subtropicais de altitude, estabelecendo-se em limites altitudinais que variam de 1.000 a 3.000 metros acima do nível do mar. Seus ecossistemas preferidos englobam florestas de pinho e carvalho, florestas nebulosas, bordas de matas úmidas, capoeiras e áreas abertas em processo de regeneração secundária. Mostra também uma grande plasticidade ecológica ao se adaptar a jardins suburbanos e parques públicos urbanos ricos em plantas ornamentais floridas de néctar constante.

Alimentação: Consome uma dieta especializada focada primariamente no néctar de flores, visitando com frequência espécies das famílias Bromeliaceae, Ericaceae, Fabaceae e do gênero Salvia. Alimenta-se realizando o voo suspenso característico e estendendo sua língua bifurcada para coletar os carboidratos líquidos de forma eficiente. Para obter proteínas, aminoácidos e lipídios essenciais, captura pequenos insetos e aranhas em pleno voo, técnica conhecida como caça aérea, ou recolhe os artrópodes diretamente sobre a superfície de folhas e galhos.

Comportamento: Destaca-se por ser uma espécie altamente territorialista e agressiva, defendendo com vigor suas fontes florais prediletas contra outros beija-flores e grandes insetos competidores. O canto é composto por uma sequência contínua de notas metálicas e agudas, descrita como um persistente "tsit-tsit", emitido a partir de galhos expostos no estrato médio ou alto da vegetação. Para enfrentar as baixas temperaturas noturnas das montanhas, entra em um estado fisiológico de torpor, reduzindo drasticamente seu metabolismo e temperatura corporal para economizar energia metabólica.

Nidificação: A tarefa reprodutiva é executada inteiramente pela fêmea, que seleciona o local e constrói um ninho compacto em formato de taça. Situado a uma altura de 1 a 3 metros do solo, o ninho é confeccionado com musgos, líquens e fibras vegetais macias, firmemente unidos por fios de teia de aranha que garantem a elasticidade necessária para o crescimento dos filhotes. A postura consiste tipicamente em dois ovos brancos e elípticos, incubados exclusivamente pela fêmea por um período de 14 a 18 dias. Os filhotes nascem indefesos e permanecem no ninho sob cuidados maternos por 20 a 25 dias antes do primeiro voo.

Categoria de conservação: Está avaliado como de Pouco Preocupante (LC) na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza. Embora as populações permaneçam globalmente estáveis, as ameaças em escala local envolvem a perda e fragmentação florestal causadas pela expansão agrícola e pecuária, além do uso indiscriminado de defensivos agrícolas que reduzem a disponibilidade de microinsetos na natureza.



Compilação e publicação: EcoRegistros – 09/09/2026




Distribuição geográfica


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Fotografias da espécie

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Foto
ID de Fotografia: 164204
  Adulto

cerro punta
Chiriqui
Panamá
15/10/2015
Carmelo López Abad



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Página 1
ID RegistroDataHora exataPaísProvincia / DepartamentoLugarFilmadoFotografadoVocalização gravadaObservadoOidaFerido ou mortoIndivíduos quantidadeUsuário ou BibliografiaDetalhe
46990415/10/2015PanamáChiriquiCabinas Quetzal, cerro puntaCarmelo López Abad
Página 1

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Citação recomendada
Utilize a referência abaixo para citar esta ficha da espécie.
EcoRegistros. 2026. Colibri thalassinus – Ficha da espécie. Acessado em www.ecoregistros.org em 21/09/2026.