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Bombus sp.

Bombus sp.


Família: Apidae
Ordem: Hymenoptera
Classe: Insecta
Filo / Divisão: Arthropoda
Reino: Animalia

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Não é considerado espécies


Descrição


As mamangabas ou mamangavas são abelhas do gênero/género científico Bombus, que incluem numerosas espécies, como a Bombus terrestris, de ampla distribuição tanto no Brasil quanto em Portugal. Possuem abdómen largo e piloso, geralmente de cor negra e amarela. Medem aproximadamente 3 centímetros de comprimento.

Outros nomes e etimologia: Podem ser conhecidas ainda pelos nomes de Mangangá, mamangaba, mangango, mamangava, mangava, mangangava, mangangaba (todos eles com origem no tupi antigo mangangá) ou ainda vespa-de-rodeio no Brasil; e abelhão, mata-cavalo, abugão em Portugal; e ainda por vezes, tanto no Brasil quanto em Portugal, "zangão" (nome que também pode, porém, designar os machos de qualquer espécie de abelha)

Características: As mamangavas são abelhas grandes (cerca de 3,6 cm), de modo de vida solitário, podendo gerar de 4 a 5 crias por ano, podem nidificar escavando galerias em troncos de árvores mortas, galhos ou qualquer tecido vegetal relativamente seco, sem fendas ou rachaduras, de preferência madeira mole, sendo que algumas espécies podem nidificar em tecidos vivos. Embora seja um abelha solitária, pode apresentar ninhos sociais, em que as fêmeas trabalham conjuntamente, entretanto essas abelhas não apresentam modo de vida igual as demais espécies sociais, que vivem obrigatoriamente em grupo.

Os machos são facilmente diferenciados das fêmeas, pois possuem coloração amarela. As mamavagavas são consideradas espécies multivoltinas, ou seja, elas podem ter de quatro a cinco gerações por ano, significando que elas constróem e cuidam de seus ninhos durante todo o ano, com maior frequência nos meses de dezembro a março

São grandes, peludas e emitem um zumbido alto ao voar. São muito importantes na polinização de muitas plantas. Uma mamangaba raramente ferroa, a não ser que seja provocada por algum tipo de barulho ou ser vivo; quando isso ocorre, porém, a sua ferroada é muito dolorosa. Ao contrário das abelhas do gênero Apis, uma mamangaba pode ferroar várias vezes.

Geralmente as mamangabas fazem ninhos forrados com pedaços de palha em buracos em troncos de árvore ou no solo, preferentemente em barrancos, podendo também fazer ninhos debaixo do piso de casas ou nos jardins. A mamangaba produz mel em pouca quantidade e armazena-o dentro de potes de cera e não em favos. Pela sua importância na polinização de vários tipos de plantas, principalmente o maracujá, sua perseguição, destruição, caça ou apanha é proibida no Brasil de acordo com a lei federal nº 9605 de 12 de fevereiro de 1998 (artigo 29).

Os abelhões operários, que trabalham na recolha de néctar, usam partes da boca para mordiscar e furar as folhas de plantas que não estão a florir, para as estimular a desabrochar mais cedo.

O Paradoxo da Abelha: De acordo com o mito, a mamangaba ou abelha seria incapaz de voar pelo tamanho de suas asas não ser proporcional ao seu peso. A história é antiga e se popularizou recentemente por causa do filme Bee Movie - A História de uma Abelha. Ela é comumente usada em livros de autoajuda, com o acréscimo de que sem que saiba disso ela voa mesmo assim, por não ligar para o que os humanos acham impossível.

A história teria se originado quando um aerodinamicista estava jantando com um biólogo, que buscava entender a aerodinâmica das asas das abelhas. Ele teria feito algumas contas em um guardanapo, esboçando seu voo como o de um avião, e teria provado que ela seria incapaz de voar. Outra possível origem seria Jakob Ackeret, famoso por seu trabalho pioneiro com a dinâmica de gases supersônicos. As primeiras aparições na literatura científica são atribuídas a Reinhardt Demoll e a Antoine Magnan, que teria feito os cálculos junto com seu assistente André Saint-Lagué.

As conclusões errôneas ocorreram justamente pela comparação do voo da mamangaba com a de um avião. Enquanto o ar flui em regime laminar pelas asas do avião, a abelha movimenta suas asas de forma a gerar vórtices que a propelem. Apesar de gerar mais força de proporção em comparação ao avião, o voo é instável, pois os vórtices se desfazem rapidamente. Por isso, é necessário que as batidas de asas sejam de amplitude curta e de alta frequência. Também, devido ao seu tamanho, o ar se comporta de maneira mais viscosa do que objetos de escala humana.

Fonte: Wikipedia, artigo Bombus sp.. Conteúdo adaptado da Wikipedia, disponível sob a licença CC BY-SA 4.0. Acessado em 18/07/2026.





Distribuição geográfica


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Fotografias da espécie

Quantidade: 34

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ID de Fotografia: 679555
 
Carcarañá
Santa Fe
Argentina
26/03/2026
Adrian Braidotti
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ID de Fotografia: 627091
  Adulto

San Salvador de Jujuy
Jujuy
Argentina
19/03/2025
Julio Cesar Bracamonte
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ID de Fotografia: 615152
  Adulto

El Infiernillo
Tucumán
Argentina
11/12/2024
Diego Carus
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ID de Fotografia: 587547
 
San Miguel, capital
Tucumán
Argentina
20/04/2024
Viviana Fuentes
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ID de Fotografia: 574229
 
Tucumán
Tucumán
Argentina
04/03/2024
Viviana Fuentes
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  Adulto

Priápolis
Maldonado
Uruguai
15/01/2021
Paulina Cerruti
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ID de Fotografia: 442190
  Adulto

Algarrobo
Málaga
España
11/03/2021
Andrés G. Jacquat
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ID de Fotografia: 441666
  Adulto

Santo Tomé
Santa Fe
Argentina
19/04/2021
Eduardo Beltrocco
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ID de Fotografia: 439878
 
Carcarañá
Santa Fe
Argentina
03/04/2021
Adrian Braidotti
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ID de Fotografia: 438768
  Adulto

Juan Caro
La Rioja
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28/03/2021
Federico Carlos Izasa
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ID de Fotografia: 438417
  Adulto

Avellaneda
Buenos Aires
Argentina
24/03/2021
Diego Trillo
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ID de Fotografia: 435170
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Santo Tomé
Santa Fe
Argentina
20/02/2021
Eduardo Beltrocco



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ID RegistroDataHora exataPaísProvincia / DepartamentoLugarFilmadoFotografadoVocalização gravadaObservadoOidaFerido ou mortoIndivíduos quantidadeUsuário ou BibliografiaDetalhe
245209726/03/2026ArgentinaSanta FeLaguna Lux, CarcarañáAdrian Braidotti
228929219/05/202513:02ArgentinaSanta FeSanta Fe de la Vera Cruz1Gustavo Fernando Durán
228788715/05/202513:00ArgentinaSanta FeSanta Fe de la Vera Cruz1Gustavo Fernando Durán
228675411/05/202509:44ArgentinaSanta FeVía Sin Nombre1Gustavo Fernando Durán
228140229/04/202513:01ArgentinaSanta FeSanta Fe de la Vera Cruz1Gustavo Fernando Durán
228123328/04/202513:04ArgentinaSanta FeAvenida Gobernador Freyre 1926, Santa Fe de la Vera Cruz1Gustavo Fernando Durán
227858224/04/202510:12ArgentinaSanta FeAvenida Gobernador Freyre 1926, Santa Fe de la Vera Cruz3Gustavo Fernando Durán
227839223/04/202513:04ArgentinaSanta FeAvenida Gobernador Freyre 1867, Santa Fe de la Vera Cruz4Gustavo Fernando Durán
227791321/04/202513:02ArgentinaSanta FeSanta Fe de la Vera Cruz1Gustavo Fernando Durán
226369419/03/2025ArgentinaJujuyBarrio Higuerillas, San Salvador de JujuyJulio Cesar Bracamonte
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Citação recomendada
Utilize a referência abaixo para citar esta ficha da espécie.
EcoRegistros. 2026. Bombus sp. – Ficha da espécie. Acessado em www.ecoregistros.org em 15/09/2026.