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Balaenoptera bonaerensis

Balaenoptera bonaerensis

Ballena Minke Austral
Antarctic Minke Whale

Família: Balaenopteridae
Ordem: Artiodactyla
Classe: Mammalia
Filo / Divisão: Chordata
Reino: Animalia

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Registros de Faro Les Eclaireurs

Estado de conservação: Quase Ameaçado


Descrição


A baleia-minke-antártica ou baleia-minke-austral (nome científico: Balaenoptera bonaerensis) é uma espécie de cetáceo da família Balaenoptera. Está distribuída em todos os oceanos do Hemisfério Sul. Foi considerada coespecífica com a Balaenoptera acutorostrata, sendo tratada como uma subespécie, entretanto análises moleculares (DNA mitocondrial) demonstraram que ambas não são mais próximas do que qualquer outra espécie do gênero. Medem cerca de 10 metros de comprimento e podem chegar à 9 toneladas de peso. Assim como nos demais misticetos, as fêmeas da baleia-minke-antártica tendem a ser maiores do que os machos.

Alimentação: Baleias-minke-antárticas são frequentemente vistas alimentando-se em áreas com grandes concentrações de aves marinhas, o que leva os cientistas acreditarem que elas estão seguindo essas aves para localizar suas presas. Elas se alimentam principalmente de Krill, Crustáceos, Plâncton e uma grande variedade de peixes como Carpas, Bacalhau, Salmão, Cavalas, Arenques, Anchovas e Carpelins.

Reprodução: As baleias-minke-antárticas tornam-se sexualmente maduras por volta dos cinco anos de idade. Sua gestação dura cerca de dez meses, e as fêmeas dão à luz um único bezerro por vez, que mede cerca de 2,5 metros e pesa em média cerca de 450 kg. Imediatamente após nascer, o filhote se alimenta do leite materno, e o desmame ocorre quando o mesmo possuí cerca de cinco meses de vida.

Vocalizações: As baleias-minke-antárticas são conhecidas por vocalizar e criar sons que incluem cliques, grunhidos, assovios, gemidos, ganidos, bufos e latidos. Estas vocalizações podem ser tão altas quanto os aviões a jato decolando.

Descoberta: Em fevereiro do ano de 1867, um pescador encontrou um rorqual macho estimado em 9,75 metros flutuando no Rio da Prata, a cerca de dez milhas de Buenos Aires, Argentina. Depois de trazê-lo para terra, o pescador chamou o zoólogo Hermann Burmeister, que o descreveu como uma nova espécie, Balaenoptera bonaerensis.  O esqueleto de outro espécime, um indivíduo de 4,7 metros retirado de Otago Head, Nova Zelândia, em outubro de 1873, foi enviado pelo professor Frederick Hutton, que trabalhava no Museu Otago em Dunedin, para o Museu Britânico em Londres, onde foi examinado pelo zoólogo John Edward Gray, que o descreveu como uma nova espécie de "baleia pique" e nomeou-o Balaenoptera huttoni. Ambas as descrições foram amplamente ignoradas por um século.

Fonte: Wikipedia, artigo Balaenoptera bonaerensis. Conteúdo adaptado da Wikipedia, disponível sob a licença CC BY-SA 4.0. Acessado em 17/07/2026.





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ID RegistroDataHora exataPaísProvincia / DepartamentoLugarFilmadoFotografadoVocalização gravadaObservadoOidaFerido ou mortoIndivíduos quantidadeUsuário ou BibliografiaDetalhe
76406225/05/2018ArgentinaTierra del FuegoFaro Les Eclaireurs2Pablo Matías Jusim
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Citação recomendada
Utilize a referência abaixo para citar esta ficha da espécie.
EcoRegistros. 2026. Balaenoptera bonaerensis – Ficha da espécie. Acessado em www.ecoregistros.org em 29/09/2026.